SINDIPE https://sindipe.org.br Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis do Estado de Pernambuco Tue, 21 Apr 2026 19:48:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 Pressão do barril do petróleo não aumenta preços de imediato https://sindipe.org.br/2026/04/21/pressao-do-barril-do-petroleo-nao-aumenta-precos-de-imediato/ https://sindipe.org.br/2026/04/21/pressao-do-barril-do-petroleo-nao-aumenta-precos-de-imediato/#respond Tue, 21 Apr 2026 19:12:20 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7460

A alta na gasolina em março foi a mais acentuada desde julho de 2023 (Crysli Viana/DP Foto)

Segundo economistas, a Petrobras não repassa de imediato os aumentos ao consumidor

O preço do barril de petróleo teve um aumento de mais de 5%, nesta segunda-feira (20), após o Irã retomar o fechamento do Estreito de Ormuz no final de semana. No entanto, segundo economistas, isso não significa que os combustíveis derivados do óleo bruto, como a gasolina e o diesel, passarão, necessariamente, por aumento ao consumidor.

O economista e professor do Centro Universitário UniFBV Wyden Filipe Braga relembra que a Petrobras, responsável por repassar o valor final do preço do litro no Brasil, não repassa de imediato o aumento do petróleo porque costuma esperar o valor variar.

Se o barril subir muito nos próximos dias, é provável que o aumento seja sentido em toda cadeia produtiva até chegar às bombas. Por outro lado, caso o valor caia, por exemplo, em razão de acordos entre os Estados Unidos e o Irã, a estatal poderá não repassar aumento algum.

“Então, o repasse do valor do petróleo para os combustíveis pela Petrobras é suavizado. Não é possível saber qual será o valor de aumento e nem quando será esse repasse, porque depende de uma alteração, ou seja, um futuro geopolítico da negociação”, afirma o economista. Na avaliação dele, se a Petrobras alterasse o valor do barril do petróleo equivalente à alteração do preço do combustível, o Brasil teria um aumento de gasolina e diesel “muito rápido e de um dia para o outro”.

“A Petrobras tem essa possibilidade de ‘poder segurar um pouco’ os prejuízos por ser uma empresa pública, que tem em seu estatuto (o objetivo de) ajudar a população e não só ter lucro. Então, ela consegue segurar essa precificação”, explica.

Além disso, Braga comenta que “se a Petrobras mantiver tudo o que vem fazendo, ela não vai passar esse aumento do barril do petróleo para as distribuidoras, que consequentemente, não vão aumentar ainda o preço do combustível”.

Normalmente, segundo o economista, a estatal anuncia o aumento do combustível para os distribuidores e, até esta segunda, não havia anúncio programado. Ainda assim, ele salienta que, ao longo da semana, pode vir a acontecer.

“Comportamentos defensivos”

Embora a Petrobras aguarde a variação do mercado do petróleo antes de definir se haverá aumento ou não, o economista e professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco Luís Maia descreve como um “comportamento defensivo”.

“Então, o que está acontecendo é um grau de incerteza muito elevado, fazendo com que as pessoas pratiquem preços que não são estritamente falando, abusivos. Eles são, na verdade, defensivos, porque eles tentam estimar o que vai acontecer no mercado nos próximos, nas próximas semanas”, afirma o professor.

Fonte: Diário de Pernambuco – Publicado:  Mareu Araújo  20/04/2026 às 22:20

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Petróleo fecha perto da estabilidade com dúvidas sobre guerra e queda nos estoques https://sindipe.org.br/2026/04/16/petroleo-fecha-perto-da-estabilidade-com-duvidas-sobre-guerra-e-queda-nos-estoques/ https://sindipe.org.br/2026/04/16/petroleo-fecha-perto-da-estabilidade-com-duvidas-sobre-guerra-e-queda-nos-estoques/#respond Thu, 16 Apr 2026 02:24:28 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7413
Bombas cavalos-de-pau (pumpjacks) para exploração onshore de petróleo (Foto Brigitte Werner/Pixabay)

Permanecem dúvidas sobre um possível prolongamento do cessar-fogo no Oriente Médio

O petróleo fechou perto da estabilidade nesta quarta-feira, 15, em sessão marcada por volatilidade e após tombar na véspera. Permanecem dúvidas sobre um possível prolongamento do cessar-fogo no Oriente Médio, enquanto investidores ponderam queda do estoque da commodity nos Estados Unidos.

O petróleo WTI para maio negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 0,01% (US$ 0,01), a US$ 91,29 o barril.

Já o Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 0,15% (US$ 0,14), a US$ 94,93 o barril.

Os preços do petróleo oscilaram perto da estabilidade durante boa parte do dia, conforme novidades sobre o conflito no Oriente Médio circulavam entre os traders. Sinalizações distintas vindas dos Estados Unidos dificultaram movimentos mais intensos. A

s negociações diplomáticas aparentam avançar, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, afirma não pensar em entender a trégua e já envia mais militares para a região. A possibilidade de um segundo acordo de cessar-fogo, dessa vez entre Israel e Líbano, foi descartada hoje pelos israelenses, que confirmaram que vão manter os ataques.

Durante a tarde, a secretária de Imprensa estadunidense, Karoline Leavitt, confirmou que o país não solicitou a extensão do cessar-fogo, mas afirmou que as negociações estão sendo produtivas.

Já o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que os EUA podem aplicar sanções aos países importadores do petróleo iraniano e pontuou que os preços do commodity devem cair em breve, ecoando comentários de Trump mais cedo.

Para o Forex.com, o mercados parecem estar “inclinados para um desfecho construtivo”, mas ainda é prematuro “precificar uma resolução tranquila”. Enquanto isso, o XS.com aponta que os investidores abandonaram um estágio de pânico com interrupções na oferta.

Em meio a preocupações sobre a escassez do petróleo com o cenário geopolítico, os estoques da commodity dos Estados Unidos tiveram queda inesperada de 913 milhões de barris na semana encerrada em 10 de abril, segundo dados do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país.

Fonte: Eixos – Estadão Conteúdo -15/04/2026 20:50

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Gasolina mais cara leva Pernambuco ao 4º maior aumento no país https://sindipe.org.br/2026/04/14/gasolina-mais-cara-leva-pernambuco-ao-4o-maior-aumento-no-pais/ https://sindipe.org.br/2026/04/14/gasolina-mais-cara-leva-pernambuco-ao-4o-maior-aumento-no-pais/#respond Tue, 14 Apr 2026 14:18:39 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7366
Foto divulgação: bomba de combustível

O aumento no preço da gasolina foi determinante para que Pernambuco registrasse, no mês de março, uma das maiores altas de inflação do Brasil. O estado fechou o período com variação de 1,10%

O aumento no preço da gasolina foi determinante para que Pernambuco registrasse, no mês de março, uma das maiores altas de inflação do Brasil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o estado fechou o período com variação de 1,10%, ocupando a quarta posição no ranking nacional.

O resultado coloca Pernambuco acima da média do país, que ficou em 0,88% no mesmo intervalo, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador soma 4,14%, refletindo a continuidade da pressão sobre os preços ao consumidor.

À frente de Pernambuco aparecem Bahia (1,47%), Maranhão (1,39%) e Pará (1,31%), estados que também registraram aumentos mais intensos no período. Em comum, todos apresentam forte impacto do grupo de transportes, que concentra os reajustes nos combustíveis.

No caso pernambucano, essa categoria teve alta de 3,22%, influenciada principalmente pelo encarecimento da gasolina. O item teve participação relevante na formação do índice nacional, sendo um dos principais responsáveis pela aceleração dos preços no mês.

A elevação dos combustíveis acompanha o comportamento do mercado internacional de petróleo. A valorização do barril, em meio a tensões no Oriente Médio, tem pressionado os custos no Brasil e ampliado os efeitos sobre a inflação. Esse movimento não se limita à gasolina e acaba atingindo outros produtos do setor energético.

Com a alta, há também reflexos indiretos. Especialistas apontam que o aumento da gasolina tende a influenciar o valor de combustíveis concorrentes, como o diesel, que apresentou avanço significativo no período. Esse encadeamento afeta o transporte de mercadorias e, consequentemente, diversos segmentos da economia.

Além dos transportes, o grupo de alimentação e bebidas também contribuiu para o resultado. Mesmo sem liderar as maiores variações, os reajustes nesse setor ajudaram a compor o cenário de inflação mais elevada. Juntos, esses dois grupos concentram a maior parte do impacto no índice geral, tanto em Pernambuco quanto no restante do país.

A pesquisa do IBGE considera uma ampla coleta de preços em áreas urbanas, monitorando produtos e serviços ao longo do mês. A comparação com os valores anteriores permite medir, com precisão, o comportamento do custo de vida da população em diferentes regiões.

Fonte: terra

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ANP cria canal para denúncias de postos e revendas de GLP https://sindipe.org.br/2026/04/13/anp-cria-canal-para-denuncias-de-postos-e-revendas-de-glp/ https://sindipe.org.br/2026/04/13/anp-cria-canal-para-denuncias-de-postos-e-revendas-de-glp/#respond Mon, 13 Apr 2026 18:57:31 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7356
Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, da ANP e Inmetro, para combate a fraudes em postos no DF e oito estados (Foto Cadu Gomes/VPR)

Objetivo é direcionar as informações de forma mais ágil para que a equipe de fiscalização da agência possa apurar os fatos

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lançou, na quinta (9/4), um formulário específico para o recebimento de denúncias sobre irregularidades em postos de combustíveis, revendas de gás liquefeito de petróleo (GLP) e outros agentes regulados. 

O objetivo é direcionar as informações de forma mais ágil para que a equipe de fiscalização possa apurar os fatos. 

Para fazer a denúncia, o CNPJ do estabelecimento deve ser informado, exceto em casos de atividade clandestina. Além disso, a pessoa não deve informar seus dados pessoais ou qualquer informação que possa identificá-la. O formulário pode ser encontrado aqui.

Apesar da agência ter intensificado no último mês as ações de fiscalização em conjunto com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ) e com a Polícia Federal, para combater a prática de preços abusivos, as denúncias não precisam se restringir a esse tema.

Irregularidades como bomba baixa em postos de gasolina, revendas irregulares de gás de cozinha ou cobrança de taxas adicionais dentro do programa Gás do Povo, por exemplo, também podem ser alvos de denúncia pelo novo canal.

Com isso, o Portal FalaBR passará a receber exclusivamente solicitação de informações em geral; sugestões, elogios, reclamações, informações ou dúvidas sobre serviços prestados pela ANP; e denúncias contra servidores da agência. 

Além disso, a agência também recebe manifestações de qualquer tipo pelo telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita).

ANP

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Articulação estratégica busca aperfeiçoar políticas públicas para o setor de energia https://sindipe.org.br/2026/04/10/articulacao-estrategica-busca-aperfeicoar-politicas-publicas-para-o-setor-de-energia/ https://sindipe.org.br/2026/04/10/articulacao-estrategica-busca-aperfeicoar-politicas-publicas-para-o-setor-de-energia/#respond Fri, 10 Apr 2026 00:26:48 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7300
A BRASILCOM participou, na noite da última terça-feira (7 de abril), de uma importante reunião com a Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia (Freppegen) para discutir as emendas apresentadas à MP 1340/2026, em um momento decisivo para o aprimoramento do texto e para a avaliação de seus impactos sobre o setor.
O encontro contou com a liderança do deputado General Pazuello, presidente da Freppegen e integrante da Comissão Mista da Medida Provisória, reforçando a relevância institucional da agenda e o compromisso com um debate técnico, responsável e qualificado.
Para a BRASILCOM, mais do que discutir ajustes normativos pontuais, é fundamental avançar na construção de soluções que promovam equilíbrio regulatório, segurança jurídica e previsibilidade, pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável do setor e para a proteção do consumidor.
Durante a reunião, o Diretor Jurídico de Compliance e Assuntos Regulatórios da BRASILCOM, Carlos Germano, chamou atenção para um dos temas que mais têm gerado debate no setor de combustíveis: a chamada abusividade de preços. Segundo ele, antes de qualquer conclusão apressada, é indispensável compreender, de forma técnica e responsável, a complexa formação de preços no mercado de distribuição e a própria complexidade da cadeia nacional de suprimento de combustíveis.
“Antes de se definir o que é abusividade de preço, é preciso compreender como se forma o preço no mercado de distribuição e como funciona, na prática, a cadeia de suprimento dos combustíveis no Brasil.
Ele ressaltou ainda que esse debate exige profundidade, responsabilidade e conhecimento da realidade operacional do setor, sob pena de se adotar uma visão simplificada de um mercado marcado por alta complexidade regulatória, logística e comercial.
“Seguimos atuando de forma estratégica, conectando o setor produtivo ao Parlamento, para contribuir com decisões mais equilibradas, eficientes e responsáveis, que fortaleçam o ambiente regulatório e assegurem o abastecimento nacional”, completou.
Fonte: Brasilcom

 

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Atendimento ao consumidor final é tema de encontro em Brasília https://sindipe.org.br/2026/04/10/atendimento-ao-consumidor-final-e-tema-de-encontro-em-brasilia/ https://sindipe.org.br/2026/04/10/atendimento-ao-consumidor-final-e-tema-de-encontro-em-brasilia/#respond Fri, 10 Apr 2026 00:00:47 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7290

Na última terça-feira (07 abril),  Gabriele Olivi, assessora de Relações Institucionais da BRASILCOM em Brasília, esteve em reunião com o Deputado Federal Márcio Marinho, para tratar do PL 3.592/2020, com foco na sua adequação para melhor atender o consumidor final. No encontro foi reforçada a necessidade de boas políticas públicas, que nascem da escuta qualificada e da construção conjunta com o setor. “Ajustar o texto legal é garantir mais equilíbrio regulatório, previsibilidade e, principalmente, impactos positivos reais para quem está na ponta. A BRASILCOM segue trabalhando com responsabilidade técnica e visão estratégica para contribuir com um ambiente mais justo, eficiente e orientado a resultados, porque, no final, é o consumidor quem deve ser o maior beneficiado”, comentou Olivi. 

Fonte: Brasilcom

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Câmara aprova projeto que aumenta multa para adulteração de combustíveis https://sindipe.org.br/2026/04/09/camara-aprova-projeto-que-aumenta-multa-para-adulteracao-de-combustiveis/ https://sindipe.org.br/2026/04/09/camara-aprova-projeto-que-aumenta-multa-para-adulteracao-de-combustiveis/#respond Thu, 09 Apr 2026 12:12:46 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7269
Foto divulgação bomba de combustivel

Pena mínima para quem falsificar, prestar declarações inverídicas ou adulterar registros da venda de combustíveis passa para R$ 94 mil. Proposta também cria nova taxa para fiscalização.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) projeto de lei que aumenta as multas previstas para a comercialização de combustíveis adulterados ou fora do padrão legal, a cargo da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O projeto segue para análise do Senado.

A pena mínima para quem falsificar, prestar declarações inverídicas ou adulterar registros da venda de combustíveis passa, pelo projeto, de R$ 20 mil para R$ 94 mil.

A pena máxima, que antes era de R$ 1 milhão, agora pode chegar a R$ 4,7 milhões.

A construção ou operação de instalações de maneira ilegal passará a ter pena de multa de R$23 mil a R$ 9,4 milhões de reais. Hoje, a pena varia entre R$ 5 mil e R$ 2 milhões.

O novo texto exige critérios para que que a ANP determine o valor das multas a serem aplicadas, como a gravidade e extensão do dano, a vantagem obtida pelo infrator, o porte e capacidade econômica da empresa, a reincidência, e cooperação na correção da irregularidade.

O projeto também limita a interferência judicial em suas decisões como, por exemplo, ao determinar que limitares só poderão ser concedidas após ouvir a agência.

A justiça também não poderá rever decisões técnicas da agência, como nos casos de outorgas ou tarifas.

Nova taxa

O projeto também cria a uma nova taxa: a Taxa de Fiscalização e Serviços das Atividades das Indústrias do Petróleo, Gás Natural, dos Biocombustíveis, do Hidrogênio e da Captura e Estocagem Geológica de Dióxido de Carbono.

Além disso, o texto atualiza taxas a serem pagas por empresas do setor, relacionadas à fiscalização dos combustíveis, que segundo o relator estavam defasadas.

As taxas variam de R$ 220 mil a serem pagos anualmente para a fiscalização de contratos de Exploração e Produção de petróleo e gás, até taxas cobradas mediante demanda das empresas, como a aprovação de anexação de áreas (R$ 10 mil), autorização para queima extraordinária de gás natural (R$ 50 mil).

“As empresas vão pagar, isso vai ser repassado para produtos e serviços e isso direta ou indiretamente vai gerar inflação”, disse a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

As taxas foram defendidas pelo relator, Alceu Moreira (MDB-RS). “As taxas que estão aqui, todas elas, têm finalidade específica para cada setor. O volume de recursos que gira em torno do petróleo, tanto na extração, quanto refino, trata-se de bilhões de reais”, disse.

“No ano passado, a agência ficou dois anos sem conseguir fiscalizar porque não tinha dinheiro para viajar. O contraventor sabia disso e se valeu disso para fazer o que bem entendia”, afirmou.

O autor do projeto, deputado Flávio Nogueira (PT-PI), defendeu a qualificação de agentes da ANP para as etapas de fiscalização.

“Essas taxas serão reutilizadas para qualificação de técnicos, tão necessária para uma fiscalização tão complexa que é essa. Precisamos de uma agência com técnicos qualificados”, disse.

Fonte: g1

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Foto divulgação bomba de combustivel

Pena mínima para quem falsificar, prestar declarações inverídicas ou adulterar registros da venda de combustíveis passa para R$ 94 mil. Proposta também cria nova taxa para fiscalização.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) projeto de lei que aumenta as multas previstas para a comercialização de combustíveis adulterados ou fora do padrão legal, a cargo da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O projeto segue para análise do Senado.

A pena mínima para quem falsificar, prestar declarações inverídicas ou adulterar registros da venda de combustíveis passa, pelo projeto, de R$ 20 mil para R$ 94 mil.

A pena máxima, que antes era de R$ 1 milhão, agora pode chegar a R$ 4,7 milhões.

A construção ou operação de instalações de maneira ilegal passará a ter pena de multa de R$23 mil a R$ 9,4 milhões de reais. Hoje, a pena varia entre R$ 5 mil e R$ 2 milhões.

O novo texto exige critérios para que que a ANP determine o valor das multas a serem aplicadas, como a gravidade e extensão do dano, a vantagem obtida pelo infrator, o porte e capacidade econômica da empresa, a reincidência, e cooperação na correção da irregularidade.

O projeto também limita a interferência judicial em suas decisões como, por exemplo, ao determinar que limitares só poderão ser concedidas após ouvir a agência.

A justiça também não poderá rever decisões técnicas da agência, como nos casos de outorgas ou tarifas.

Nova taxa

O projeto também cria a uma nova taxa: a Taxa de Fiscalização e Serviços das Atividades das Indústrias do Petróleo, Gás Natural, dos Biocombustíveis, do Hidrogênio e da Captura e Estocagem Geológica de Dióxido de Carbono.

Além disso, o texto atualiza taxas a serem pagas por empresas do setor, relacionadas à fiscalização dos combustíveis, que segundo o relator estavam defasadas.

As taxas variam de R$ 220 mil a serem pagos anualmente para a fiscalização de contratos de Exploração e Produção de petróleo e gás, até taxas cobradas mediante demanda das empresas, como a aprovação de anexação de áreas (R$ 10 mil), autorização para queima extraordinária de gás natural (R$ 50 mil).

“As empresas vão pagar, isso vai ser repassado para produtos e serviços e isso direta ou indiretamente vai gerar inflação”, disse a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

As taxas foram defendidas pelo relator, Alceu Moreira (MDB-RS). “As taxas que estão aqui, todas elas, têm finalidade específica para cada setor. O volume de recursos que gira em torno do petróleo, tanto na extração, quanto refino, trata-se de bilhões de reais”, disse.

“No ano passado, a agência ficou dois anos sem conseguir fiscalizar porque não tinha dinheiro para viajar. O contraventor sabia disso e se valeu disso para fazer o que bem entendia”, afirmou.

O autor do projeto, deputado Flávio Nogueira (PT-PI), defendeu a qualificação de agentes da ANP para as etapas de fiscalização.

“Essas taxas serão reutilizadas para qualificação de técnicos, tão necessária para uma fiscalização tão complexa que é essa. Precisamos de uma agência com técnicos qualificados”, disse.

Fonte: g1

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Governo federal anuncia medidas para conter impacto da guerra sobre os combustíveis https://sindipe.org.br/2026/04/07/governo-federal-anuncia-medidas-para-conter-impacto-da-guerra-sobre-os-combustiveis-2/ https://sindipe.org.br/2026/04/07/governo-federal-anuncia-medidas-para-conter-impacto-da-guerra-sobre-os-combustiveis-2/#respond Tue, 07 Apr 2026 18:46:57 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7232

Empresas estão acompanhando o preço dos combustíveis no Brasil em tempo real (Crysli Viana/DP Foto)

Ações incluem nova subvenção para o diesel importado e o produzido no Brasil, para a importação de GLP e para redução de impacto no setor aéreo

Empresas estão acompanhando o preço dos combustíveis no Brasil em tempo real (Crysli Viana/DP Foto)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta segunda-feira (6) uma Medida Provisória, um Projeto de Lei e Decretos que ampliam as ações para conter alta dos combustíveis em consequência da guerra no Oriente Médio.

As medidas visam causar efeitos nas cadeias de fornecimento de combustíveis e também no setor aéreo.

Veja as medidas anunciadas:

Óleo Diesel

Subvenção de R$ 1,20 para a importação de diesel rodoviário, em cooperação com os estados
A subvenção será paga diretamente pela União, mas os estados que aderirem ao programa compensarão metade de seu valor (R$ 0,60 por litro). Essa medida se somará à subvenção de R$ 0,32/litro criada em 12 de março pela Medida Provisória 1.340, viabilizando a importação do derivado necessária ao abastecimento do país. Em contrapartida, os importadores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.

A medida será aplicada pelo menos durante os meses de abril e maio de 2026 e terá custo de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para os estados e o Distrito Federal. Até o momento, 25 Unidades da Federação já confirmaram a disposição de participar do programa.

A MP também cria uma nova subvenção para os produtores brasileiros de óleo diesel, que se somará àquela de R$ 0,32/litro que já está em vigor. Esta subvenção será realizada unicamente com recursos federais, com custo estimado de R$ 3 bilhões por mês. A subvenção durará por dois meses, podendo ser prorrogada por igual período. Em contrapartida, os produtores deverão aumentar o volume vendido aos distribuidores e garantir o repasse do benefício aos preços ao consumidor.

O governo federal publicará decreto que zera os dois tributos federais – PIS e Cofins – que incidem sobre o biodiesel, gerando uma economia de R$ 0,02 por litro do combustível.  Atualmente, o combustível renovável é adicionado ao óleo diesel vendido nas bombas, em uma proporção de 15%.

Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

A MP autoriza que o governo federal pague uma subvenção de R$ 850,00 sobre cada tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo Importado, com valor total de R$ 330 milhões. Isso significa que o produto importado será comercializado ao mesmo preço daquele produzido no Brasil, reduzindo o impacto da guerra sobre o produto. A subvenção também terá duração de dois meses, podendo ser prorrogada por outros dois.

Setor aéreo

A MP assinada hoje prevê duas novas linhas de crédito para reduzir o impacto das altas nos preços de combustíveis sobre as operações das companhias aéreas brasileiras. A primeira conta com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), terá valor total de até R$ 2,5 bilhões por mutuário e foco em reestruturação financeira das empresas. Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou instituição por ele habilitada.

A segunda linha terá foco no capital de giro de seis meses, com R$ 1 bilhão alocados, e condições financeiras e elegibilidade a serem definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União.

As linhas se somam ao mecanismo já adotado pela Petrobras de mitigação do aumento do preço do QAV, anunciado na semana passada.

O governo federal também anunciou a publicação de um decreto que zera o PIS e o Cofins sobre o combustível de aviação, o que resulta em uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível.

As empresas pagarão, apenas em dezembro, as tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira referentes aos meses de abril, maio e junho somente no mês de dezembro.

Outras medidas

Mecanismo de suavização intertemporal de choques externos nos preços dos combustíveis
A MP também traz uma previsão para que os agentes econômicos que recebam as subvenções adotem mecanismos para suavizar as oscilações internacionais de preços.

Fortalecimento da fiscalização da ANP em conflitos geopolíticos ou situações de calamidade
A MP agrava penalidades em situações de conflitos geopolíticos ou de calamidade nos casos de elevação abusiva de preço e recusa do fornecimento de combustíveis. Além disso, um PL encaminhando em regime de urgência constitucional cria um novo tipo penal para coibir o aumento abusivo de preços, podendo implicar dois a cinco anos de prisão.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Governo federal anuncia medidas para conter impacto da guerra sobre os combustíveis https://sindipe.org.br/2026/04/07/governo-federal-anuncia-medidas-para-conter-impacto-da-guerra-sobre-os-combustiveis/ https://sindipe.org.br/2026/04/07/governo-federal-anuncia-medidas-para-conter-impacto-da-guerra-sobre-os-combustiveis/#respond Tue, 07 Apr 2026 18:39:14 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7228

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Author name 2

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Frequently Asked Questions

Can I use the themes on multiple sites?
Yes, you are free to use our themes on as many websites as you like. We do not place any restrictions on how many times you can download or use a theme, nor do we limit the number of domains that you can install our themes to.
What is your refund policy?
We offer no-questions-asked refunds to all customers within 30 days of your purchase. If you are not satisfied with our product, then simply send us an email and we will refund your purchase right away. Our goal has always been to create a happy, thriving community. If you are not thrilled with the product or are not enjoying the experience, then we have no interest in forcing you to stay an unhappy member.
What are Photoshop Files?
Elegant Themes offers two different packages: Personal and Developer. The Personal Subscription is ideal for the average user while the Developers License is meant for experienced designers who wish to customize their themes using the original Photoshop files. Photoshop files are the original design files that were used to create the theme. They can be opened using Adobe Photoshop and edited, and prove very useful for customers wishing to change their theme’s design in some way.
Can I upgrade after signing up?
Yes, you can upgrade at any time after signing up. When you log in as a “personal” subscriber, you will see a notice regarding your current package and instructions on how to upgrade.
Can I use your themes with WP.com?
Unfortunately WordPress.com does not allow the use of custom themes. If you would like to use a custom theme of any kind, you will need to purchase your own hosting account and install the free software from WordPress.org. If you are looking for great WordPress hosting, we recommend giving HostGator a try.

Don't Be Shy

If we didn’t answer all of your questions, feel free to drop us a line anytime.

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https://sindipe.org.br/2026/04/07/governo-federal-anuncia-medidas-para-conter-impacto-da-guerra-sobre-os-combustiveis/feed/ 0
RenovaBio é tema da BRASILCOM em evento da Freppegen https://sindipe.org.br/2026/04/02/renovabio-e-tema-da-brasilcom-em-evento-da-freppegen/ https://sindipe.org.br/2026/04/02/renovabio-e-tema-da-brasilcom-em-evento-da-freppegen/#respond Thu, 02 Apr 2026 14:45:38 +0000 https://sindipe.org.br/?p=7184
A Frente Parlamentar em Apoio ao Petróleo, Gás e Energia (Freppegen) realizou na segunda-feira (30 março) um evento sobre Energia, Visão Geopolítica e Regulação em sua sede no Rio de Janeiro. O evento, comandado pelo presidente da Frente, deputado federal General Pazuello, e bastante concorrido, apresentou debates sobre os setores de energia elétrica e de petróleo.  O  General Pazuello apresentou algumas propostas de melhorias para o RenovaBio. Também sobre esse tema, o deputado federal Tião Medeiros comentou o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o programa, que reconhece sua importância para a descarbonização, mas aponta fragilidades no mercado de CBIOs que afetam custos, concorrência e credibilidade ambiental. 
RenovaBio foi ainda o foco da apresentação do presidente da BRASILCOM, Abel Leitão, que destacou as assimetrias estruturais do programa, problemas relacionados à ausência de previsibilidade regulatória, à formação disfuncional e volátil dos preços dos CBIOs, às distorções concorrenciais e à desigualdade de tratamento entre agentes obrigados.
Fonte: Brasilcom
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