SINDIPE https://sindipe.org.br Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis do Estado de Pernambuco Thu, 05 Mar 2026 13:42:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 A PETRORECÔNCAVO IMPORTA PELA PRIMEIRA VEZ O GÁS DA BOLÍVIA PARA ATENDER A COPERGÁS, EM PERNAMBUCO https://sindipe.org.br/2026/03/05/a-petroreconcavo-importa-pela-primeira-vez-o-gas-da-bolivia-para-atender-a-copergas-em-pernambuco/ https://sindipe.org.br/2026/03/05/a-petroreconcavo-importa-pela-primeira-vez-o-gas-da-bolivia-para-atender-a-copergas-em-pernambuco/#respond Thu, 05 Mar 2026 13:35:32 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6780
Foto: divulgação Petronotícias

Pela primeira vez, a PetroReconcavo realizou a importação de 100 mil m³ de gás natural da Bolívia, usando uma nova rota internacional de suprimento para reforçar a sua estratégia de comercialização e integração regional. O gás será destinado à Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), distribuidora Estadual que é cliente firme da Companhia, atuando como elo de ligação, conectando os campos de produção da Bolívia ao nordeste Brasileiro. Em outubro de 2025, a empresa obteve autorização da ANP para importar até 2 milhões de m³/dia de gás natural da Bolívia ou Argentina, países com os quais mantém contratos flexíveis de suprimento, como explicou o CEO da companhia, José Firmo: “A realização dessa importação representa mais do que uma operação pontual. É uma missão estratégica de habilitar a companhia para ampliar a confiabilidade do nosso portfólio de suprimento. Validamos, na prática, nossa capacidade de atuar como importadora de gás natural, integrando produtores internacionais, transporte e cliente final. Trata-se de uma prova de conceito que fortalece nossa estratégia de comercialização e amplia nossa competitividade.”

Para lembrar, a PetroReconcavo é a primeira operadora independente de petróleo e gás especializada na operação, desenvolvimento e revitalização de campos maduros terrestres no Brasil. Este ano a empresa completa 25 anos de atuação como protagonista do onshore brasileiro.  A PetroReconcavo possui 57 concessões nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Sergipe. Conta também com 3 sondas de perfuração, 18 sondas de workover e mais de 700 poços em produção. A companhia abriu capital na B3 em 2021 e foi fundada em 1999.

Fonte: Petronotícias

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Estreito de Ormuz: guerra no Oriente Médio coloca em risco rota vital do petróleo mundial; https://sindipe.org.br/2026/03/04/estreito-de-ormuz-guerra-no-oriente-medio-coloca-em-risco-rota-vital-do-petroleo-mundial/ https://sindipe.org.br/2026/03/04/estreito-de-ormuz-guerra-no-oriente-medio-coloca-em-risco-rota-vital-do-petroleo-mundial/#respond Wed, 04 Mar 2026 13:42:43 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6757

Local voltou a estar no centro das atenções da economia global após ataque norte-americano e morte do aiatolá do Irã

Cerca de um quinto de todo o petróleo extraído no mundo passa por um pedaço de oceano que chega a ter somente 33 quilômetros de distância de uma margem a outra. Trata-se do Estreito de Ormuz. Além de ser passagem do chamado “ouro negro”, o Estreito de Ormuz também é importante para o comércio global pelo transporte de gás e outros produtos fabricados no Oriente Médio.

Com os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, a Guarda Revolucionária Iraniana decidiu fechar novamente o estreito, a exemplo do que ocorreu em junho de 2025, durante a Guerra dos Doze Dias, com a Operação Martelo da Meia-Noite, que atingiu três instalações nucleares no país.

Desta vez, o Irã está ainda mais fragilizado, tanto politicamente, com a perda do aiatolá Ali Khamenei, que governou a nação por mais de três décadas quanto militarmente, com boa parte do arsenal de defesa comprometido pelos últimos conflitos.

Diante disso, ainda há dúvidas em relação à capacidade do país localizado no Oriente Médio de manter um controle mais forte às embarcações que trafegam por Ormuz. Mesmo assim, o fechamento da passagem gera uma preocupação, inclusive, a países que mantêm relações mais próximas ao regime teocrático, como a China, que importa quase 5 milhões de barris por dia de petróleo que atravessa o estreito.

Tendências no mercado

Apesar da preocupação relacionada à oferta, o fechamento da região também deve gerar impactos mais graves no preço do petróleo. A curto prazo, há uma expectativa nos mercados futuros de um aumento entre 10% e 20% no valor atual do barril tipo Brent, que atualmente está cotado em US$ 72,48. Caso o conflito se prolongue por mais tempo, o preço poderia ultrapassar o patamar de US$ 100, o que não ocorre desde agosto de 2022.

Fonte: Correio Brasiliense

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Gasolina e o diesel podem subir? https://sindipe.org.br/2026/03/04/gasolina-e-o-diesel-podem-subir/ https://sindipe.org.br/2026/03/04/gasolina-e-o-diesel-podem-subir/#respond Wed, 04 Mar 2026 13:06:29 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6749

Ilustração sobre impacto no preço do petróleo no conflito EUA x Irã  • NeoFeed

A possibilidade de o Brent permanecer ao redor de US$ 80 por quatro a seis semanas, em meio à escalada envolvendo EUA, Israel e Irã e ao risco — ainda que intermitente — no Estreito de Ormuz, reabre um clássico dilema para economias exportadoras de petróleo: o choque é favorável na conta externa, mas potencialmente inflacionário no mercado doméstico. Para o Brasil, o efeito não é linear — é simultaneamente fiscal, cambial e político.

Se a Petrobras repassar integralmente a alta internacional para gasolina e diesel, preserva margens e reduz distorções de preço, mas transfere pressão direta ao IPCA. Combustíveis têm peso relevante no índice e efeito indireto via fretes e alimentos. Caso opte por repasses parciais ou defasados, protege o consumidor no curto prazo e reduz a atratividade econômica das importações, ampliando sua participação relativa no mercado doméstico. O custo potencial é a compressão das margens de refino caso o Brent permaneça elevado por período prolongado.

Na gasolina, há um amortecedor importante: o etanol. A gasolina C incorpora etanol anidro na mistura obrigatória, e o consumidor pode migrar para o etanol hidratado quando a relação de preços se mantém competitiva. A recente pressão baixista sobre o açúcar no mercado internacional tende a favorecer maior direcionamento de cana para biocombustível, ampliando a oferta doméstica. Esse vetor ajuda a limitar a magnitude de eventuais reajustes na bomba, especialmente se o câmbio permanecer relativamente estável.

O diesel apresenta dinâmica distinta. Com menor elasticidade de substituição e papel central na logística, seu repasse se espalha com mais rapidez pela cadeia produtiva. É o canal mais sensível para expectativas inflacionárias e, consequentemente, para a curva de juros. Caso o Brent a US$ 80 venha acompanhado de um dólar mais forte frente ao real, o impacto pode ultrapassar o efeito pontual e contaminar a precificação de ativos domésticos, inclusive a parte curta da curva DI.

Para a Petrobras, com o grosso do EBITDA concentrado em Exploração & Produção e lifting cost do pré-sal estruturalmente competitivo, um Brent a US$ 80 amplia a geração de caixa em dólar e reduz pressão sobre a alavancagem. No Plano 2026–2030, a companhia trabalha com um Brent de equilíbrio significativamente inferior a esse patamar para neutralidade da dívida líquida, o que sugere folga financeira relevante no cenário atual. Para o mercado acionário, isso reforça a tese de fluxo robusto de dividendos ordinários — ainda que um choque de poucas semanas dificilmente altere decisões estruturais de capital.

Para o país, o quadro é duplo. Petróleo mais caro melhora termos de troca, reforça a balança comercial e amplia a base de royalties e participações especiais para a União, estados e municípios produtores. Ao mesmo tempo, combustíveis mais caros funcionam como um imposto difuso sobre renda disponível e margens empresariais. O resultado líquido dependerá menos do nível absoluto do Brent e mais da combinação entre duração do choque, estratégia de repasse e comportamento do câmbio.

As próximas semanas

O mercado observará três vetores. Primeiro, o risco logístico no Golfo Pérsico: interrupção efetiva de fluxo e prêmios de seguro são o que transformam US$ 80 em patamar estruturalmente mais alto. Segundo, o câmbio — variável que pode amplificar ou amortecer o choque externo. Terceiro, a postura da Petrobras: alinhamento à paridade internacional, defasagem temporária ou gestão mais ativa das margens. Se o episódio permanecer circunscrito e o real não se depreciar de forma relevante, os reajustes tendem a ser moderados e parcialmente amortecidos pelo etanol. SIe o conflito ganhar intensidade e o dólar se fortalecer, a pressão sobre o diesel e a inflação pode ganhar força, testando novamente o equilíbrio entre política energética, credibilidade macroeconômica e sensibilidade social.

Fonte: CNN Brasil

*As notícias de outros veículos de comunicação postados aqui não refletem necessariamente o posicionamento do Sindipe.

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Associadas BRASILCOM se reúnem em São Paulo no primeiro encontro presencial do ano (fevereiro 2026) https://sindipe.org.br/2026/03/04/associadas-brasilcom-se-reunem-em-sao-paulo-no-primeiro-encontro-presencial-do-ano-fevereiro-2026/ https://sindipe.org.br/2026/03/04/associadas-brasilcom-se-reunem-em-sao-paulo-no-primeiro-encontro-presencial-do-ano-fevereiro-2026/#respond Wed, 04 Mar 2026 11:10:51 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6739

Representantes das distribuidoras associadas à BRASILCOM de todo o país compareceram em peso à primeira reunião presencial de 2026. O encontro foi realizado na última  quarta-feira (25 de fevereiro) no Hotel Ibis Congonhas, em São Paulo. Após a tradicional abertura de boas-vindas, com a participação do presidente do Conselho, Maurício Rejaile, o presidente da BRASILCOM, Abel Leitão, fez uma apresentação sobre os principais temas que afetam o setor e as ações mais recentes que a BRASILCOM tem adotado em favor de suas associadas para tornar o mercado de combustíveis mais justo e competitivo.
Entre os destaques: reforço do valor das distribuidoras regionais; mercado irregular de combustíveis; manifesto conjunto em defesa da autonomia técnica e decisória da ANP; regulação do PL do devedor contumaz; defesa da monofasia do ICMS do etanol hidratado; combate à criação da ONSC; importação de biodiesel; atividades em Brasília; relatório do TCU sobre o programa RenovaBio. Na área de comunicação, o destaque ficou por conta do expressivo crescimento da BRASILCOM nas redes sociais e futura reformulação nos sites da Associação e da Federação, que serão unificados.
Os diretores Jurídicos Carlos Germano, Thomas Albuquerque e Cláudio Araújo falaram, respectivamente, sobre RenovaBio e ANP; Negociação das CCTs e cursos sobre temas trabalhistas para as Associadas; Evolução da Legislação em São Paulo. O diretor de Relações Institucionais, Sergio Massillon, traçou um panorama sobre o piso mínimo de frete, projeções de mercado e Plano de Negócios da Petrobras e potenciais impactos na distribuição nos próximos quatro anos.
O encontro teve ainda as participações de Leonardo Barbosa Campos Gouveia, gerente geral de Comércio de Produtos Claros, e Carlos Catelli, coordenador da Gerência de Comercialização Regional Sul e Sudeste, ambos da Petrobras. Segundo os executivos, a estatal terá como foco, no período de 2026 e 2030, óleo e gás; reposição de reservas; oferta de produtos com menos carbono; mais investimentos; além de querer liderar a transição energética justa.
Renato Rostás e Vinicius Damazio, da Platts, apresentaram a oferta de preços de combustíveis da agência, além de anunciar novos lançamentos, projetos futuros e os fundamentos de mercado. E fechando a assembleia das Associadas, o analista Carlos Eduardo Costa, da consultoria Arko Advice fez uma apresentação sobre o cenário político atual.

27/02/2026
Fonte: Brasilcom
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Setor terá maior carga tributária a partir de abril https://sindipe.org.br/2026/02/27/setor-tera-maior-carga-tributaria-a-partir-de-abril/ https://sindipe.org.br/2026/02/27/setor-tera-maior-carga-tributaria-a-partir-de-abril/#respond Fri, 27 Feb 2026 13:50:09 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6689

foto: divulgação gratis google

Parece mentira, mas não é. A partir de 01 de abril, a Receita Federal vai passar a dar uma mordida um pouco maior no faturamento das empresas que atuam no ramo do biodiesel. A má notícia é fruto de uma série de cortes em diversos benefícios fiscais que foi determinada pela Lei Complementar 224/2025. Sancionada em 26 de dezembro do ano passado, a lei foi meio que um presente de Natal às avessas.

O setor não está sozinho na chuva. A LCP 224/2025 reduz incentivos em nada menos do que 9 diferentes impostos e contribuições federais. Seus desdobramentos devem atingir praticamente todo o PIB. Tanto que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional de Serviços (CNS) ajuizaram no STF duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIns) questionando partes da lei.

Não é que os incentivos devam acabar de vez. Uma instrução normativa editada pela Receita Federal estabelece que haverá um corte linear de 10%. Mesmo assim, tem um monte de gente muito preocupada dentro do setor de biodiesel.

Impacto dos dois lados

De acordo com o sócio do escritório Nagelstein Advogados – que tem alguns dos maiores fabricantes de biodiesel entre os clientes –, Lucas Martins, os benefícios fiscais têm sido “um dos pilares” da indústria desde o lançamento do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), no final de 2004.

A mudança introduzida pela LCP 224/2025 atinge justamente um dos principais deles: o crédito presumido de PIS/Cofins. Pelas regras atuais, as empreas do setor recebem o equivalente a 45% das alíquotas nominais do PIS/Pasep e da Cofins na forma de créditos. Contudo, como os fabricantes de biodiesel não pagam o valor cheio desses tributos, o que acontece é que ele se torna credor líquido. No fim das contas, funciona como um subsídio que – se não vai sumir de todo – vai ficar menor.  

“Hoje, considerando uma empresa verticalizada que faz o seu próprio esmagamento, cerca de 4,6% do faturamento vem desse crédito”, explica o advogado. “É um crédito que é muito atrativo porque pode ser ressarcido em espécie. Os valores voltam para a usina em conta-corrente”, acrescenta, ressaltando que outros créditos tributários só podem ser aproveitados para abater outros tributos.

Fonte: Biodiesel BR

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Brasil exporta biodiesel para Europa e reduz emissões https://sindipe.org.br/2026/02/26/brasil-exporta-biodiesel-para-europa-e-reduz-emissoes/ https://sindipe.org.br/2026/02/26/brasil-exporta-biodiesel-para-europa-e-reduz-emissoes/#respond Thu, 26 Feb 2026 19:00:41 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6676
foto divulgação: google grátis

Produção em Candeias atende padrões internacionais e reduz em até 80% a emissão de gases poluentes em comparação ao diesel fóssil

O Brasil consolida sua posição como protagonista na produção e exportação de biocombustíveis, apresentando alternativas sustentáveis para a redução de gases do efeito estufa. Um dos destaques desse cenário é o óleo técnico de milho, um subproduto das indústrias de etanol e ração animal que possui alto potencial para ser transformado em combustível limpo.

Na usina de Candeias, situada na Região Metropolitana de Salvador, a fabricação de biodiesel atingiu escala industrial. O processo segue rigorosos controles químicos e padrões internacionais de qualidade, garantindo que o produto final esteja alinhado às exigências de sustentabilidade globais.

Vantagens competitivas e impacto ambiental

Diferente da mobilidade elétrica, que demanda a renovação da frota de veículos e a criação de uma infraestrutura de recarga, o biodiesel possui a vantagem de ser compatível com os caminhões e ônibus a diesel que já circulam pelo país. Além da praticidade logística, o uso desse combustível pode reduzir em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera.

Segundo Lucélia Costa, gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da usina, o biodiesel é peça-chave na transição energética justa. Ela ressalta que o combustível é significativamente mais limpo e reduz a emissão de fumaça e poluentes, cumprindo as metas estratégicas de descarbonização.

Exportação e desenvolvimento regional

O alcance da produção baiana atravessa oceanos. Somente no último ano, aproximadamente 13 mil metros cúbicos de biodiesel foram exportados de Candeias para o mercado europeu. Países da Europa têm ampliado a compra desses biocombustíveis como estratégia para diminuir a dependência energética e cumprir metas climáticas rigorosas.

Para Nuno Teles, professor de Economia Internacional da UFBA, o Brasil deve aproveitar essa inserção na rota global da transição energética para fomentar o desenvolvimento econômico e social local. A exportação para mercados exigentes, como o alemão, sinaliza que a indústria nacional está apta a competir globalmente enquanto promove benefícios ambientais diretos.

Fonte: Band jornalismo

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Resolução da ANP atualiza capital social mínimo de agentes econômicos do abastecimento https://sindipe.org.br/2026/02/25/resolucao-da-anp-atualiza-capital-social-minimo-de-agentes-economicos-do-abastecimento/ https://sindipe.org.br/2026/02/25/resolucao-da-anp-atualiza-capital-social-minimo-de-agentes-economicos-do-abastecimento/#respond Wed, 25 Feb 2026 15:24:47 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6644

A Diretoria da ANP aprovou no dia (13/2) resolução que altera normativos anteriores (Resoluções ANP nº 937, 938, 941, 942, 943, 950 e 957, todas de 5 de outubro de 2023), atualizando-os em relação ao o valor do capital social mínimo integralizado, para as seguintes atividades: transportador-revendedor-retalhista (TRR); distribuição de combustíveis; distribuição de GLP (gás de cozinha); distribuição de solventes; produção de óleo lubrificante acabado (OLAC); coleta e rerrefino de óleo lubrificante usado ou contaminado (OLUC).

As atualizações monetárias do valor do capital social mínimo integralizado visam recompor a proporcionalidade das exigências, de acordo com os objetivos das resoluções relativas a essas atividades. A nova resolução prevê ainda a atualização monetária anual do capital social mínimo integralizado.

O valor do capital social mínimo integralizado, comprovado por meio da apresentação da Certidão da Junta Comercial, é um dos requisitos para a concessão de autorização da ANP para o exercício de algumas atividades reguladas pela Agência

O capital social integralizado representa a saúde financeira da empresa ou a sua capacidade de arcar com os riscos do negócio. Essas atividades reguladas envolvem o armazenamento, o transporte e a comercialização de produtos inflamáveis e de grande potencial de contaminação, porém essenciais para e economia do País.

Atualização em 23/2: veja a Resolução ANP nº 994/2026 no Diário Oficial da União.

Fonte: ANP

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Etanol sobe em 12 estados e não é competitivo em nenhum https://sindipe.org.br/2026/02/23/etanol-sobe-em-12-estados-e-nao-e-competitivo-em-nenhum/ https://sindipe.org.br/2026/02/23/etanol-sobe-em-12-estados-e-nao-e-competitivo-em-nenhum/#respond Mon, 23 Feb 2026 12:44:57 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6624
Bomba de etanol em posto de combustíveis (Foto Divulgação)
Preço médio subiu na semana, para R$ 4,65 o litro; vantagem sobre a gasolina não foi registrada em nenhum estado

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 12 estados e no Distrito Federal (DF), caíram em outros nove e ficaram estáveis em quatro na semana encerrada no sábado (14/2). No Amapá não houve medição. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,22% na comparação com a semana anterior, de R$ 4,64 para R$ 4,65 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço recuou 0,22%, de R$ 4,47 para R$ 4,46 o litro.

A maior alta porcentual na semana, de 10,15%, foi registrada no Distrito Federal, de R$ 4,63 para R$ 5,10 o litro. A maior queda, de 1,65%, ocorreu em Alagoas, de R$ 4,86 para R$ 4,78 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,86 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,83, foi observado no Rio Grande do Sul. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,25, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado em Rondônia, de R$ 5,50 o litro.

Competitividade

O etanol não era competitivo em relação à gasolina em nenhum estado brasileiro na semana encerrada no sábado passado (14/2).

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 73,81% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento realizado pela ANP.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

Fonte: Eixos

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BRASILCOM prestigia posse da nova diretoria do Recap https://sindipe.org.br/2026/02/13/brasilcom-prestigia-posse-da-nova-diretoria-do-recap/ https://sindipe.org.br/2026/02/13/brasilcom-prestigia-posse-da-nova-diretoria-do-recap/#respond Fri, 13 Feb 2026 13:54:47 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6589

Representada por seu Diretor Jurídico, Cláudio Araújo, a BRASILCOM esteve presente, na última terça-feira (10 fev), na cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Varejistas de Derivados de Petróleo de Campinas e Região (Recap). Encabeçada pelo presidente Emílio Martins, que foi reeleito, a diretoria comandará o Sindicato no quadriênio 2026-2030.

Fonte: Brasilcom

 

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Brasil ruma para o Top 5 dos maiores produtores de petróleo do mundo https://sindipe.org.br/2026/02/13/brasil-ruma-para-o-top-5-dos-maiores-produtores-de-petroleo-do-mundo/ https://sindipe.org.br/2026/02/13/brasil-ruma-para-o-top-5-dos-maiores-produtores-de-petroleo-do-mundo/#respond Fri, 13 Feb 2026 13:33:24 +0000 https://sindipe.org.br/?p=6580
O setor energético brasileiro se consolidou em um novo patamar de relevância global ao encerrar 2025 com recordes históricos de produção de petróleo. Mais do que nunca, o Brasil está estrategicamente posicionado na vitrine dos grandes players mundiais.

Segundo dados consolidados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Brasil fechou o último ano com uma média de produção de petróleo de 3,7 milhões de barris por dia (bpd). Tal patamar deixa o país entre os dez maiores produtores do planeta, oscilando entre a oitava e nona posições – a depender do resultado de outros países ainda não anunciados.

O desempenho de 2025 já sinaliza o que esperar da produção nacional para os próximos anos. Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e de consultorias internacionais, como a Rystad Energy, indicam que o país irá atingir seu pico produtivo no início da década de 2030, superando a marca de 5 milhões de bpd.

Ranking de Produção de Petróleo em 2024*

 

 

 

*Os dados de 2025 ainda não foram divulgados por todos os países

Caso esse volume se confirme, o Brasil ascenderá ao posto de um dos cinco maiores produtores de petróleo do mundo, sustentado quase integralmente pela robustez e competitividade técnica das reservas do pré-sal.

“Vamos atingir nosso pico de produção em 2031 ou 2032. Cinco milhões de barris colocaria o Brasil entre os cinco maiores produtores do mundo, se a gente considerar as projeções de hoje, isso muito empurrado pelo pré-sal”, afirma Heloísa Borges, diretora de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE.

Líder em petróleo na América Latina

A liderança brasileira na América Latina será ainda mais acentuada em 2026. A Rystad Energy apontou, em um recente relatório, que o país será o principal motor do crescimento da oferta de óleo fora da Opep+, com uma produção prevista superior a 4,2 milhões de bpd já no próximo ano.

Esse avanço é impulsionado pela entrada em operação de novas Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSOs). Recentemente, o sistema produtivo ganhou o reforço de três plataformas da Petrobras nos campos de Búzios e Mero, além do início das atividades da norueguesa Equinor no campo de Bacalhau, na Bacia de Santos.

A escala e a resiliência desses projetos garantem que o Brasil, ao lado de Guiana e Argentina, dite o futuro energético da região, mantendo-se imune às oscilações de curto prazo e à possível reinserção da Venezuela no mercado internacional, cuja infraestrutura deteriorada exigiria investimentos vultosos e tempo para recuperação.

“Uma reestruturação da indústria petrolífera venezuelana será cara e demorada, com os três grandes da região – Argentina, Guiana e Brasil – permanecendo amplamente indiferentes ao retorno estimado, a curto prazo, do petróleo venezuelano”, disse Radhika Bansal, vice-presidente de Oil & Gas Research, Rystad Energy, no relatório.

A estratégia de expansão, contudo, enfrenta o desafio do tempo e da geologia. O ciclo entre a descoberta de um reservatório e o “primeiro óleo” pode levar até dez anos, exigindo uma gestão precisa da pressão dos campos e da logística de equipamentos. 

De acordo com a EPE, para evitar o declínio natural da curva produtiva após 2035, o Brasil precisa avançar hoje na exploração de novas fronteiras, como a Margem Equatorial. Embora o potencial da bacia da Foz do Amazonas ainda dependa de licenciamentos e avaliações de comercialidade, estudos indicam volumes recuperáveis que podem somar quase 10 bilhões de barris de óleo equivalente. 

“A Foz do Amazonas está em uma categoria que chamamos de recurso não descoberto, ou seja, o recurso que ainda está em fase de exploração. Mas fizemos um estudo de volumetria com uma previsão da produção de 100 mil a 150 mil barris por dia”, disse Heloísa.

Ainda que a produção na margem equatorial leve tempo para alcançar um ritmo de produção elevado, sua descoberta é considerada estratégica para garantir a segurança energética do Brasil. Segundo Heloísa, o recurso que será demandado daqui a 15 anos precisa ser descoberto hoje.

A aposta nessas frentes é vista como vital não apenas para a segurança energética nacional, mas também para a manutenção do fluxo de investimentos estrangeiros. Atualmente, o Brasil é considerado o principal destino global de unidades offshore e o mercado prioritário para gigantes como Shell e Equinor fora de suas sedes.

Além da segurança no abastecimento, a ascensão ao Top 5 global traz dividendos geopolíticos e fiscais. O petróleo tornou-se o item central da pauta de exportações brasileira, fortalecendo a balança comercial e reduzindo a vulnerabilidade a choques externos, como os vistos em conflitos históricos no Oriente Médio. 

O governo brasileiro argumenta que a renda gerada pelo setor é essencial para financiar a própria transição energética do país. A visão oficial é de que o crescimento da produção de fósseis não é incompatível com as metas climáticas; ao contrário, os recursos do petróleo devem subsidiar o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono e a expansão de biocombustíveis. 

Segundo Heloísa, no horizonte de longo prazo, o Brasil projeta um modelo de refino mais modular e integrado, focado em diesel e querosene de aviação, enquanto aposta na liderança dos renováveis para garantir que a matriz energética nacional permaneça como uma das mais limpas do mundo, mesmo com o país operando como uma potência petrolífera global.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

*As notícias de outros veículos de comunicação postados aqui não refletem necessariamente o posicionamento do Sindipe.

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